INTERVENÇÃO EM SITUAÇÕES CATÁSTROFE – CURSO BREVE PARA CIVIS


ÂMBITO E OBJETIVOS

• Identificar e analisar diversos cenários de catástrofe;
• Identificar perigos e avaliar os riscos;
• Gestão de informação em cenários de catástrofe
• Conhecer e implementar planos de proteção e autoproteção em cenários de catástrofe;
• Noções básicas de primeiros socorros a pessoas e animais;
• Analisar cenários de catástrofe e promover atitudes pró-ativas;
• Coordenar equipas de voluntariado em cenários de catástrofe.

Perante uma situação de catástrofe, pretende-se dotar os formandos de conhecimentos e competências de âmbito teórico-prático que lhes permitam agir de forma imediata e eficaz, garantindo a sua segurança e dos que lhe estão próximos, facilitando a intervenção dos agentes de proteção civil e colaborando com estes.

METODOLOGIA

Abordagem teórico-prática com recurso a métodos ativos mas também expositivos, demonstrativos e interrogativos.
Estudo de casos, vídeos pedagógicos, trabalhos individuais e de grupo, simulações, brainstorming.

DESTINATÁRIOS
Sociedade civil, sem formação especializada em procedimentos de intervenção em emergência e catástrofe.

 Preço: 

  • Comunidade ISCAC | IPC: 130 euros
  • Externos: 150 euros

Será realizado na Coimbra Business School | ISCAC, no dia 14,21,28 de abril e 05,12, de maio, das 14:00h às 18:00h

 

CONTEÚDOS PROGRAMÁTICOS 

1 – Introdução + Comunicação em cenários de catástrofe - 5 Horas

  1. Definição de catástrofe 
  2.  Gerir informação e comunicar em cenários de catástrofe
  3. Voluntariado em cenários de catástrofe

 
Objetivo:

  • Pretende-se dotar os formandos de competências para identificar pontos críticos assim como a informação relevante, nas comunicações com as entidades competentes no socorro, para auxílio às vítimas.
  • Gerir o relacionamento com meios de comunicação social, de forma a transmitir informação sucinta, concreta e fidedigna da ocorrência.
  • Usar os canais de comunicação como aliados no pedido de auxílio e balanço de situação.
  • Identificar necessidades, organizar e coordenar equipas de voluntários.

Formador: Teresa Arsénio

  • Vice-presidente do Conselho de Fundadores e coordenadora do gabinete de comunicação e eventos da Associação Nacional de Jovens Formadores e Docentes – FORDOC
  • Voluntária na Associação dos Amigos do Bombeiros Voluntários de Coimbra - AABVC
  • Voluntária e coordenadora de equipas de voluntários em cenários de catástrofe. 
      

2 – Proteção e autoproteção e cenários de catástrofe - 4 Horas

  1. Proteção e autoproteção em risco de sismo, incêndios, cheias.
  2. Organizar um kit de emergência

Objetivo:

  • Sensibilizar e informar o formando como agir em diferentes cenários de catástrofe, promovendo a passagem de uma “cultura reativa” para uma “cultura preventiva”.
  • Dar a conhecer os principais procedimentos e ações essenciais a pôr em prática, para sua segurança, na eminência de um acidente grave ou catastrófico.
  • Implementação de procedimentos e definição de um plano de emergência familiar, promovendo uma cultura de segurança preventiva, incutindo no cidadão a responsabilidade enquanto primeiro agente de Proteção Civil.

 

Formador: Carlos Castanho

  • Comandante exército (aposentado)
  • Técnico de higiene e segurança no trabalho
  • Membro da Associação Nacional dos Alistados das Formações Sanitárias - ANAFS
  • Participante em diversas missões nacionais e internacionais de assistência humanitária em cenários de catástrofe
     

3 – Incêndios - 4 Horas

  1. Identificar as classes do fogo, métodos de extinção e agentes extintores

Objetivo:

  • Todos os anos Portugal é fustigado pelo fogo. Infelizmente o passado recente pintou o país de negro e mostrou-nos a dimensão que esta tragédia pode atingir. Quer seja a nível de incêndios florestais, urbanos ou industriais os números são demasiado elevados para serem ignorados. Para cada incêndio há um método de atuação.
  • Aprendendo a distinguir a classe do fogo, identificar o combustível que o alimenta, será mais objetiva a seleção do agente extintor.

 Formador: Francisco Braga

  • Adjunto do Comando dos Bombeiros Voluntários de Coimbra


 4 – Primeiros socorros a pessoas e animais - 12 horas

  1. Primeiros socorros em emergência e catástrofes (8h)
    1. Executar manobras de suporte básico de vida.
  2.  Proteção e resgate de animais domésticos. (4h)
    1. Primeiros socorros a animais e execução de manobras de suporte básico de vida.

 Objetivo:

  • Transmitir noções básicas de primeiros socorros e executar técnicas de suporte básico de vida em cenário de acidente ou doença súbita, permitindo a estabilidade da vítima até chegarem ao local os meios e os profissionais especializados.
  • Conhecer os dados a comunicar por via telefónica ao Centro de Orientação e Distribuição de Situações Urgentes. (112)
  • Os animais são membros efetivos da família e também eles devem estar incluídos no plano de emergência familiar. Também os animais, sejam domésticos ou silvestres,  são  vítimas de acidentes e das catástrofes. Pretende-se dotar o formando de conhecimento de técnicas de resgate para animais, assim como de noções básicas de primeiros socorros e executar técnicas de suporte básico de vida.

 Formador socorrismo:  Marinela Velozzo

  • Vice-presidente da Assembleia Geral da Associação Nacional dos Alistados das Formações Sanitárias – ANAFS
  • Membro da Direção da Associação Portuguesa de Instrutores de Socorro – APIS
  • Ex - Tripulante de ambulância INEM
  • Participante em diversas missões nacionais e internacionais de assistência humanitária em cenários de catástrofe

Formador de socorrismo e resgate animal:  Paulo Sousa

  • Médico veterinário
  • Diretor clínico Zoosaúde Serviços Veterinários
  • (Clínica de referência no acolhimento e tratamento de animais atingidos pelos grandes incêndios da zona centro em Junho de 2017)
  • Voluntário e coordenador de equipas médicas veterinárias em cenários de catástrofe
  • Médico solidário e colaborador ativo com diversos protetores e associações de proteção animal.